terça-feira, 15 de julho de 2008

O meu último pensamento...


Bem chegou a hora de realizar o minha última post neste meu caderno online, fazendo uma pequena reflexão sobre a Unidade Curricular de Investigação em Mediação Educacional e Supervisão na Formação.

Foi uma boa experiência tornar a trabalhar num Blog, e verificar que mais uma vez este é uma boa ferramenta de trabalho, dado o facto de possibilitar um feedback quase imediato por parte da docente sobre os trabalhos que ia fazendo e isso é muito importante e motivador ver que o nosso trabalho está a ser acompanhado por parte dos docentes ao longo do processo de ensino-aprendizagem e não apenas no final como acontece na maioria das unidades curriculares.

Neste meu Blog coloquei todos os trabalhos que foram sendo solicitados na unidade curricular, fui reflectindo sobre as aulas entre outras coisas.

Os materiais que iam sendo fornecidos pela docente foram de grande utilidade, no momento e penso que continuaram a ser um dia mais tarde se realizarmos alguma investigação.

Relativamente a outras duas ferramentas utilizadas nesta unidade, também as achei muito importantes, o SPSS que já conhecia foi bom recordar e aprender muitas outras coisas novas, o CmapTools foi uma ferramenta nova para mim que gostei imenso de trabalhar e que penso ser uma boa forma de fazer uma sintese de conceitos.

Foi uma boa experiência, bastante enrriquecedora, motivadora, pelo facto de ter conhecido novas ferramentas que são úteis e podem voltar a ser, no mundo do trabalho. Foi pena não termos mais tempo tanto de aulas como de tempo para poder trabalhar mais o meu Blog.

Mas mesmo com o pouco que tivemos pude aprender...

terça-feira, 8 de julho de 2008

Aula do dia 8 de Julho de 2008

Nesta aula podemos terminar aquilo que tinhamos feito na aula anterior no que diz respeito ao exercício que realizamos no SPSS.

Exercício esse que eu acabei de fazer em casa no SPSS, para poder ver se os resultados que eu obtinha eram iguais aos que a professora apresentou como forma de eu poder verificar se sei trabalhar no programa.

Pude concluir que se trata de um programa que nos permite saber e estudar muito os resultados obtidos, após a aplicação de questionários, na análise de variáveis e as relações, claro que melhor consegue trabalhar as variáveis quem trabalha com esta ferramenta à mais tempo.

Mas foi positivo ter feito este exercício sozinha, pois aprendi muito mais agora do que num semestre na Licenciatura.

Mas sinto que tenho é algumas dificuldades em conseguir utilizar os termos certos, na forma de responder às questões, no que diz respeito à leitura dos dados.

Mas é um exercício a ser trabalhado no futuro certamente.

domingo, 15 de junho de 2008

Questionários Tipo - "Escalas"




Após ter feito uma postagem com o meu comentário à aula e outra postagem com a minha análise ao texto realizei o meu mapa conceptual sobre este mesmo texto.




sábado, 14 de junho de 2008

Transformar Dados em Informação


Este é o meu mapa conceptual sobre a temática tratada na aula do dia 3 de Junho de 2008 Transformação dos dados em Informação.






SPSS


O SPSS serve para análise estatística, possibilita organizar e resumir conjuntos de dados, tornando-os mais compreensíveis.
Permite também a descoberta de padrões e estruturas nos dados, bem como de desvios importantes a essa mesma organização.


O SPSS permite:


- Definição de variáveis;
- Introdução de dados;

- Estatísticas descritivas: tabelas de frequências, média e desvio padrão;

- Transformação de dados: recodificação de variáveis;

- Exploração e cruzamento de variáveis: histograma, gráficos caule e folhas, caixa de bigodes;

- Comparação de grupos de casos;

- Correlação bivariada;

- Análise factorial;

- Regressão linear;

- Séries de dados temporais;

- Testes paramétricos: testes t, Anova;

- Testes não paramétricos: sinais, McNemar, Wilcoxon, Mann-Whitney, Kruskal-Wallis, aleatoriedade, binomial, Qui-quadrado;

- Análise de clusters;

- Análise descriminante;

- Complementos de análise de dados;

- Inquéritos.

Transformar dados em Informação

Na aula do dia 3 de Junho de 2008, além de termos abordamos a questão da transformação dos dados recolhidos num processo de investigação, em informação.

Que pode ser feita através da utilização do SPSS.

Nesta mesma aula podemos utilizar este programa para fazermos um pequeno exercício, de forma a podermos experimentar algumas das suas potencialidades.

Como eu já conhecia este programa não foi muito dificil para mim utilizá-lo embora já não me recorda-se de algumas coisas, mas pude perceber que é bastante útil no que diz respeito à análise de dados.

Validade dos Instrumentos



Realizei um mapa conceptual sobre a opção que um investigador pode ter em relação à opção que faz em utilizar um instrumento já existente e utilizado ou construir um instruemnto novo.

Também abordei as questões da validade e fidelidade de um instrumento.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Questionários - Tipo "Escalas"

Na aula do dia 20 de Maio de 2008, falamos sobre as escalas que os investigadores utilizam para poderem construir os seus questionários da melhor forma.

Porque quando se aplica um questionário e se pretendem medir aspectos como atitudes ou opiniões do público-alvo, só é possível com a utilização de escalas.

Vimos na aula como se utilizam as escalas de Thurstone, de Likert, e de Diferencial Semântico.

Que com a construção do mapa conceptual que eu realizei sobre os Instrumentos de recolha de dados, a leitura e análise que fiz sobre o texto de apoio Questionários - Tipo "Escalas", permitiu-me poder ficar a conhecer melhor as escalas e a forma como estas são utilizadas, vendo também quais as vantagens e desvantagens de cada uma.

Podendo assim ficar mais esclarecida.

Correcção do meu exercício sobre as amostras

Depois de a professora me ter corrigido, o exercício das amostras, achei por bem fazer a correcção no ponto que eu tinha mal e colocar correcto numa nova postagem.

http://docs.google.com/Doc?id=df337pc_3djchphfz&invite=dnqz6gm

domingo, 1 de junho de 2008

Comentário ao texto - Questionários de tipo “escalas”


Quando se aplica um questionário pretende-se medir aspectos como atitudes ou opiniões do público-alvo, e tal só é possível com a utilização de escalas.


As escalas devem ser usadas quando o investigador tem como objectivo, a obtenção de respostas que possam ser comparáveis umas com as outras.

As escalas mais usadas são as de Thurstone, de Likert, de Guttman e de Diferencial Semântico.



Escalas de Thurstone


Estas são muito usadas para medir atitudes, que são definidas como “uma emoção moderadamente intensa que predispõe um sujeito a responder consistentemente de forma favorável ou desfavorável quando confrontado com um determinado objecto, ideia ou situação” (Anderson,1988: 423).
Quando os investigadores utilizam esta escala normalmente apresentam aos sujeitos um certo número de afirmações às quais devem responder seleccionando uma opção “verdadeiro”/“falso” ou “concordo”/ “discordo”.

Desvantagens da escala de Thurstone:



Não permite identificar a intensidade dos sentimentos em relação a cada frase.


Escalas de Diferencial Semântico


Utilizam um número de adjectivos para avaliar o significado de três factores básicos: avaliativos,
potência e actividade. Consiste numa escala bipolar de 7 pontos cujos extremos são definidos por um adjectivo ou frase adjectivada. Os pesos são atribuídos segundo a posição num contínuo.


Desvantagens da escala de Diferencial semântico:


O facto de esta ser composta por adjectivos ou frases bipolares, leva a que por vezes, seja difícil compor antónimos perfeitos para os adjectivos ou frases adjectivadas.


Escalas de Likert

Neste tipo de escala são reunidas várias informações sobre determinado item. Estes itens são apresentados aos respondentes que indicam: se (aprovam muito, aprovam, estão indecisos, desaprovam, desaprovam muito) ou (se concordo totalmente, concordo parcialmente, não concordo nem discordo, discordo parcialmente e discordo totalmente). As respostas são apresentadas numa escala de 5 a 1 ou de 7 a 1, respectivamente.



Vantagem da escala de Likert:


É o facto de ela fornecer direcções sobre a atitude do sujeito em relação a cada afirmação, (sendo ela positiva ou negativa).


Desvantagem da escala de Likert:


O facto de poderem ocorrer problemas de interpretação.


A Escala Numérica


Deriva da escala anterior na qual a linha se apresenta dividida em intervalos regulares.


A escala de Guttman


Este tipo de escala apresenta diferenças relativamente às anteriores, pois pretende fazer uma apreciação quantitativa relativamente à atitude do inquirido; as restantes escalas medem o grau de concordância ou discordância relativamente às proposições de opinião.



Existem outras escalas mas que não são tão usadas:




  • Escala de frequencia verbal ou de avaliação de frequência


  • A escala ordinal


  • A escala de ranking forçado


  • Escala linear numérica


sexta-feira, 30 de maio de 2008

Mapa Conceptual dos Instrumentos




Este é o meu mapa conceptual dos Instrumentos de recolha de dados.


Permitiu-me compreender melhor quais são os instrumentos que se utilizam para recolhermos informação num processo de investigação.

domingo, 18 de maio de 2008

Instrumentos para recolher dados

No dia 13 de Maio de 2008, resolvemos o exercício das amostras.
Depois entramos na temática da concepção de instrumentos para recolher dados.
Então falamos da grelha de análise de documentos, onde existe a necessidade de definirmos categorias sobre aquilo que queremos procurar, podemos utilizar para recolhermos dados em livros, legislação, diários, noticias, sites….
Também falamos na grelha de observação, onde também se vão criar categorias, sobre aquilo que se pretende observar, de forma a poder registar, logo a primeira coisa a fazer é definir as variáveis (aquilo que se quer observar).
Abordámos os Inquéritos por questionário: deve ser usado quando se pretende que as pessoas forneçam informação respondendo a perguntas, é um método acessível, que pode conter perguntas abertas, semi - abertas ou fechadas, devendo as abertas vir no final. Os Inquéritos por meio da entrevista: meio este que permite ter acesso a muita mais informação, mas não permite perguntar a tantas pessoas, pois é feito cara a cara, existe a entrevista livre, estruturada e a semi - estruturada.
Foi uma aula onde podemos ver alguns exemplos de inquéritos e grelhas de análise, o que foi bom, pois permite-nos visualizar no real os instrumentos, para ser mais fácil se um dia os tivermos que realizar, numa investigação.
Sobre estes conteúdos também irei realizar um mapa conceptual.

O meu mapa conceptual sobre Amostras



Foi um pouco complicado uma vez que foi a primeira vez que utilizei este programa, mas deu para verificar que é muito útil para poder fazer os mapas de conceitos, até quando se estuda sobre determinado contexto e problema pois permite-nos organizar informação.


O que aprendi sobre as Amostras

Na primeira aula de 6 de Maio de 2008, após uma breve apresentação, começamos a dar conteúdos programáticos, começando primeiramente por nos ser apresentado o conteúdo das Amostras.
A amostra se for representativa da população (correctamente constituída), os resultados do estudo podem generalizar-se à população.
Mas na determinação do tamanho da amostra, é mais importante ter cuidado na selecção do que com a sua dimensão. Porque o tamanho da amostra vai de encontro ao tipo de estudo que estamos a realizar:
  • Correlacional
  • Regressão múltipla
  • Survey
  • Ex post facto; experiemntal; quase experimental
  • Etnográfico
  • Estudo de caso
  • Fenomenológico
  • Teoria fundamentada
  • Estudo de grupos (focus group)

Pude também aprender que num estudo quantitativo a amostra tem de ser representativa da população. E num estudo qualitativo a amostra tem de ser representativa do fenómeno que pretendo estudar, entre muitas outras coisas. E devem incluir sujeitos muito informativos/significativos para o fenómeno que se estuda.
Também pode verificar que num estudo quantitativo, existe amostra logo é importante existir validade e fidelidade. Já num estudo qualitativo, como não existe amostra importa a credibilidade.
Fiquei a conhecer um site que me será útil futuramente, se eu realizar um trabalho de investigação, e necessitar de calcular uma amostra aleatória: (www.random.org).
E muito mais aprendi sobre amostras que irei mostrar num mapa conceptual.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Resolução do exercício sobre as amostras

Como foi pedido, na aula de 6 de Maio de 2008, resolvi o exercício sobre as amostras, que me permitiu ficar a perceber melhor a forma de calcular amostras e a identificar o tipo de amostras.
Fica então aqui o endereço onde se encontra a resolução do exercício:

http://docs.google.com/Doc?id=df337pc_3djchphfz&invite=fndpzw2

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Eu sou!!!

Olá a todas!!!
Eu sou a Silvia Fernandes aluna do Mestrado em Educação na área de especialização em Mediação Educacional e Supervisão na Formação.
Este blog irá ser o meu diário da unidade curricular: Investigação em Mediação Educacional e Supervisão na Formação.
Onde irei colocar todos os trabalhos que irei desenvolver nesta unidade.
Até à próxima!!!