domingo, 15 de junho de 2008

Questionários Tipo - "Escalas"




Após ter feito uma postagem com o meu comentário à aula e outra postagem com a minha análise ao texto realizei o meu mapa conceptual sobre este mesmo texto.




sábado, 14 de junho de 2008

Transformar Dados em Informação


Este é o meu mapa conceptual sobre a temática tratada na aula do dia 3 de Junho de 2008 Transformação dos dados em Informação.






SPSS


O SPSS serve para análise estatística, possibilita organizar e resumir conjuntos de dados, tornando-os mais compreensíveis.
Permite também a descoberta de padrões e estruturas nos dados, bem como de desvios importantes a essa mesma organização.


O SPSS permite:


- Definição de variáveis;
- Introdução de dados;

- Estatísticas descritivas: tabelas de frequências, média e desvio padrão;

- Transformação de dados: recodificação de variáveis;

- Exploração e cruzamento de variáveis: histograma, gráficos caule e folhas, caixa de bigodes;

- Comparação de grupos de casos;

- Correlação bivariada;

- Análise factorial;

- Regressão linear;

- Séries de dados temporais;

- Testes paramétricos: testes t, Anova;

- Testes não paramétricos: sinais, McNemar, Wilcoxon, Mann-Whitney, Kruskal-Wallis, aleatoriedade, binomial, Qui-quadrado;

- Análise de clusters;

- Análise descriminante;

- Complementos de análise de dados;

- Inquéritos.

Transformar dados em Informação

Na aula do dia 3 de Junho de 2008, além de termos abordamos a questão da transformação dos dados recolhidos num processo de investigação, em informação.

Que pode ser feita através da utilização do SPSS.

Nesta mesma aula podemos utilizar este programa para fazermos um pequeno exercício, de forma a podermos experimentar algumas das suas potencialidades.

Como eu já conhecia este programa não foi muito dificil para mim utilizá-lo embora já não me recorda-se de algumas coisas, mas pude perceber que é bastante útil no que diz respeito à análise de dados.

Validade dos Instrumentos



Realizei um mapa conceptual sobre a opção que um investigador pode ter em relação à opção que faz em utilizar um instrumento já existente e utilizado ou construir um instruemnto novo.

Também abordei as questões da validade e fidelidade de um instrumento.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Questionários - Tipo "Escalas"

Na aula do dia 20 de Maio de 2008, falamos sobre as escalas que os investigadores utilizam para poderem construir os seus questionários da melhor forma.

Porque quando se aplica um questionário e se pretendem medir aspectos como atitudes ou opiniões do público-alvo, só é possível com a utilização de escalas.

Vimos na aula como se utilizam as escalas de Thurstone, de Likert, e de Diferencial Semântico.

Que com a construção do mapa conceptual que eu realizei sobre os Instrumentos de recolha de dados, a leitura e análise que fiz sobre o texto de apoio Questionários - Tipo "Escalas", permitiu-me poder ficar a conhecer melhor as escalas e a forma como estas são utilizadas, vendo também quais as vantagens e desvantagens de cada uma.

Podendo assim ficar mais esclarecida.

Correcção do meu exercício sobre as amostras

Depois de a professora me ter corrigido, o exercício das amostras, achei por bem fazer a correcção no ponto que eu tinha mal e colocar correcto numa nova postagem.

http://docs.google.com/Doc?id=df337pc_3djchphfz&invite=dnqz6gm

domingo, 1 de junho de 2008

Comentário ao texto - Questionários de tipo “escalas”


Quando se aplica um questionário pretende-se medir aspectos como atitudes ou opiniões do público-alvo, e tal só é possível com a utilização de escalas.


As escalas devem ser usadas quando o investigador tem como objectivo, a obtenção de respostas que possam ser comparáveis umas com as outras.

As escalas mais usadas são as de Thurstone, de Likert, de Guttman e de Diferencial Semântico.



Escalas de Thurstone


Estas são muito usadas para medir atitudes, que são definidas como “uma emoção moderadamente intensa que predispõe um sujeito a responder consistentemente de forma favorável ou desfavorável quando confrontado com um determinado objecto, ideia ou situação” (Anderson,1988: 423).
Quando os investigadores utilizam esta escala normalmente apresentam aos sujeitos um certo número de afirmações às quais devem responder seleccionando uma opção “verdadeiro”/“falso” ou “concordo”/ “discordo”.

Desvantagens da escala de Thurstone:



Não permite identificar a intensidade dos sentimentos em relação a cada frase.


Escalas de Diferencial Semântico


Utilizam um número de adjectivos para avaliar o significado de três factores básicos: avaliativos,
potência e actividade. Consiste numa escala bipolar de 7 pontos cujos extremos são definidos por um adjectivo ou frase adjectivada. Os pesos são atribuídos segundo a posição num contínuo.


Desvantagens da escala de Diferencial semântico:


O facto de esta ser composta por adjectivos ou frases bipolares, leva a que por vezes, seja difícil compor antónimos perfeitos para os adjectivos ou frases adjectivadas.


Escalas de Likert

Neste tipo de escala são reunidas várias informações sobre determinado item. Estes itens são apresentados aos respondentes que indicam: se (aprovam muito, aprovam, estão indecisos, desaprovam, desaprovam muito) ou (se concordo totalmente, concordo parcialmente, não concordo nem discordo, discordo parcialmente e discordo totalmente). As respostas são apresentadas numa escala de 5 a 1 ou de 7 a 1, respectivamente.



Vantagem da escala de Likert:


É o facto de ela fornecer direcções sobre a atitude do sujeito em relação a cada afirmação, (sendo ela positiva ou negativa).


Desvantagem da escala de Likert:


O facto de poderem ocorrer problemas de interpretação.


A Escala Numérica


Deriva da escala anterior na qual a linha se apresenta dividida em intervalos regulares.


A escala de Guttman


Este tipo de escala apresenta diferenças relativamente às anteriores, pois pretende fazer uma apreciação quantitativa relativamente à atitude do inquirido; as restantes escalas medem o grau de concordância ou discordância relativamente às proposições de opinião.



Existem outras escalas mas que não são tão usadas:




  • Escala de frequencia verbal ou de avaliação de frequência


  • A escala ordinal


  • A escala de ranking forçado


  • Escala linear numérica